Libertos da tirania das trevas.


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Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor (Colossenses 1:13).

O apóstolo Paulo afirmou em Romanos 6.17, que os crentes em Cristo, outrora, “eram escravos do pecado.” Deste estado de escravidão, foram libertados pela obra da redenção que o Pai planejou (João 3:16, 2 Coríntios 5:21). O plano eterno de Deus para a redenção do pecador, foi a morte de Seu Filho na cruz. Sim, Jesus deu a Sua vida como preço do resgate (1 Pedro 1: 18-20). A libertação que Deus faz na vida do salvo, envolve a libertação do mal (Mateus 6:13); dos incrédulos (Romanos 15:31); das pessoas más e perversas (2 Tessalonicenses 3: 2); de toda má obra (2 Timóteo 4:18); do corpo da morte (Romanos 7:24); e aqui, do poder das trevas. Libertação sugere a ideia de liberdade plena, onde a situação da escravidão é definitivamente cancelada e para a qual, o liberto não mais retorna, posto que está livre. As pessoas que estavam sob o poder do reino das trevas, viviam nessa condição por causa do pecado. Entenebrecidos, serviam ao príncipe deste mundo.

O admirável plano de redenção, estabelecido por Deus antes dos tempos eternos (2 Timóteo 1: 9), foi concluído plenamente pelo Herdeiro de todas as coisas, a quem Paulo se refere no versículo acima, como o Filho do seu amor. Para que o plano de Deus fosse cumprido, Jesus ofereceu a sua vida na cruz, quitando assim, a dívida de todo pecador que deseja ficar livre do seu débito para com o Altíssimo.

A operação da graça que livra o pecador do poder das trevas, o transporta para o reino do Filho do seu amor. Isto significa transferência de uma esfera de perdição e escuridão, para outra de vida e luz. Do poder tenebroso do pecado, leva-o ao serviço agradável no reino do seu Filho. Assim sendo, podemos afirmar que Ele nos libertou da tirania escravizante a que estávamos submetidos pelos agentes de Satanás, transportando-nos para a maravilhosa luz do reino de Deus (1 Pedro 2:9).

Por fim, a transferência para o reino do Filho do seu amor, tem implicações surpreendentes. A primeira delas é a relação que temos com o Filho, o Qual nos comunica a condição de herdeiros (Romanos 8:17) e a nossa participação na natureza divina (2 Pedro 1:4). A segunda é que estamos em comunhão com as três Pessoas Divinas. A reprodução do caráter do Filho em seus irmãos, é a evidência da relação com Deus (Gálatas 5:22-23). O reino do Filho não é um tema futuro, mas uma realidade presente na vida de todo aquele que confessou a Cristo como Senhor. Quando isso aconteceu, ele foi transportado para o reino do Filho do seu amor. Glória a Deus!

Momento de Reflexão: Você já pensou na condição de outrora e na de hoje? Antes de conhecermos a Cristo, éramos escravos de um outro reino. Hoje, porém, fomos feitos filhos de Deus e vivemos no reino do Filho do seu amor. Você é consciente dessa maravilhosa bênção em sua vida?

No amor de Cristo Jesus,

Pr. Natanael Gonçalves

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