A Promessa Imutável de Deus – post 50

A Promessa Imutável de Deus - post 50
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oquea BibliaA Promessa Imutável de Deus – (Fp 4:14-20) 

Hoje, encerramos com esta publicação, a série de estudos sobre o livro de Filipenses. Amanhã, contudo, pretendo apenas despertar você para pôr em prática o que aprendemos com esse livro marcante para a vida do cristão. 

Paulo agradece à igreja de Filipos a oferta generosa e a compara a três coisas bastante conhecidas. 

Uma árvore brotando (v. 10). No original, o termo traduzido por “renovar” refere-se a uma flor se abrindo ou a uma árvore brotando ou florescendo. Muitas vezes, passamos por “invernos espirituais”, mas quando chega a primavera, as bênçãos e a vida se renovam. A árvore, em si, não é desarraigada e carregada para algum outro lugar; as circunstâncias são as mesmas. O que muda é a nova vida interior. 

Um investimento (14-17). Paulo considera a oferta missionária dos filipenses um investimento que lhes seria extremamente lucrativo. O verbo “associar” corresponde ao termo “comunhão”. Nesse acordo, a igreja deu riquezas materiais a Paulo e recebeu riquezas espirituais do Senhor. É o Senhor quem cuida da contabilidade e jamais sonegará dividendos espirituais. A igreja que não compartilha com outros suas riquezas materiais é uma igreja pobre. 

Um sacrifício (v. 18). Paulo considerou a dádiva dos filipenses como um sacrifício espiritual colocado sobre o altar para a glória de Deus. A vida cristã tem certos “sacrifícios espirituais” (1 Pe 2:5). Devemos entregar o nosso corpo como sacrifício espiritual (Rm 12:1, 2) e também o louvor de nossos lábios (Hb 13:1 5). As boas obras igualmente são um sacrifício para o Senhor (Hb 13:16). Aqui, Paulo vê os cristãos filipenses como sacerdotes, entregando suas ofertas como sacrifícios ao Senhor. Lembrando das palavras de Malaquias 1:6-14, devemos apresentar ao Senhor o que temos de melhor. 

No entanto, Paulo não considera essa oferta uma dádiva apenas dos filipenses. Para ele, é o suprimento divino de suas necessidades. O apóstolo depositava sua confiança no Senhor. Há um contraste interessante entre Filipenses 4:18 e 19, e podemos parafrasear a declaração do apóstolo da seguinte maneira: “Vocês supriram a minha necessidade, e Deus suprirá a vossa. Vocês supriram uma das minhas necessidades, mas meu Deus proverá todas as suas necessidades. Vocês contribuíram apesar da sua pobreza, mas Deus suprirá suas necessidades usando das Suas riquezas em glória!”

Deus não prometeu suprir nossa ganância. O filho de Deus que vive de acordo com a vontade de Deus, servindo para a glória de Deus, tem todas as necessidades supridas. Hudson Taylor costumava dizer: “Quando a obra de Deus é realizada à maneira de Deus e para a glória de Deus, nunca falta a provisão de Deus”. O contentamento é resultante de recursos adequados. Nossos recursos são a providência de Deus, o poder de Deus e as promessas de Deus. Esses recursos capacitaram Paulo para lidar com tudo o que a vida exigiu dele e podem fazer o mesmo por nós. 

Para refletir: Você tem confiado na providência de Deus para sua vida?, no Seu infalível poder? e nas Suas promessas? É fácil constatar. Basta avaliar como você reage às circunstâncias difíceis da vida. Pense a respeito! 

Em Cristo Jesus que nos fortalece, 

Pr. Natanael Gonçalves

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